A campanha Junho Vermelho começa em 1º de junho de 2017 em diversas cidades do Brasil para pedir para a população doar sangue durante o inverno, quando os hemocentros (instituições que fornecem sangue para quem precisa) ficam sem estoque por causa das temperaturas mais baixas.

Uma das principais ações da campanha é a iluminação de prédios e monumentos, que ficarão vermelhos em referência a cor do sangue.

Em São Paulo, o Memorial da América Latina, o Palácio dos Bandeirantes, a Sala São Paulo e o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo estão entre os que receberão iluminação especial. A ação se estende a outros estados: Bahia, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e Santa Catarina.

A iniciativa, que teve início em 2011, já se tornou lei em diversas Prefeituras e Estados do país. No ano passado, graças à campanha de inverno, as doações de sangue no Estado de São Paulo aumentaram 30% em comparação com o mesmo período de 2015.

DOAÇÃO

A doação do sangue não é destinada apenas aos doentes, mas também às vítimas de acidentes e de violência.

Hoje, jovens entre 16 e 17 anos – mediante autorização dos pais ou responsáveis – e idosos com até 67 anos, 11 meses e 29 dias podem doar sangue.

A quantidade de sangue que é retirada de cada doador varia conforme peso e altura, mas a média é de 400 ml. São 10 minutos de doação, mas o tempo total é de aproximadamente 45 minutos porque há parte clínica e o doador recebe um lanche logo após o procedimento.

No dia da doação é preciso que o doador tenha se alimentado, dormido no mínimo seis horas e ele não pode ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas. É recomendado ainda evitar o consumo de alimentos gordurosos nas últimas três horas.

Quem doa sangue recebe por correio o resultado de alguns exames.

 

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