Sanliurfa - Famílias de refugiados vivem em bairros humildes, na periferia de Sanliurfa, no sudeste da Turquia, dependendo de ajuda para sobreviverem (Vladimir Platonow/Agência Brasil)

Foto: ©EU/ECHO/Anouk Delafortrie (03/03/2016)

O objetivo é dar visibilidade à situação dessas crianças e arrecadar doações para ajudar a salvar a vida de milhões de meninos e meninas que sofrem onde há guerras 

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançou no Brasil a campanha Eu Sou Sofia.

Foto: Fotomovimiento (14/03/2016)

A iniciativa foi criada pelo UNICEF Suécia para dar visibilidade à situação de cerca de 250 milhões de crianças que vivem em países afetados por conflitos.

Além de chamar a atenção para a situação dramática vivida por essas crianças, a campanha pretende mobilizar as pessoas para que sejam doadoras do UNICEF e ajudem a salvar a vida desses meninos e meninas e de outros milhões de crianças vulneráveis.

Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil (17/03/2016)

As doações podem ser feitas por meio do site oficial da campanha: www.eusousofia.org.br.

Quem é Sofia? – Sofia foi criada pelos animadores de 3D de filmes como Planeta dos Macacos e Avatar a partir de 500 imagens de crianças reais de países que enfrentam situações de emergência, como Sudão do Sul, Haiti, Somália, Ucrânia, Níger e Iêmen.

Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil (17/03/2016)

Ela representa órfãos, meninas e meninos forçados a deixar suas casas em função de conflitos, crianças desnutridas e sem acesso à educação. Seu nome, que em grego significa sabedoria, foi escolhido por ser comum a diversos idiomas em todo o mundo.

No vídeo Sofia conta histórias de crianças vulneráveis que ela representa e afirma ser o rosto de todas as crianças sobre as quais ninguém fala.

O vídeo está disponível nos canais do UNICEF Brasil – Facebook, Twitter e Youtube.

O trabalho do UNICEF para ajudar a melhorar a vida desses meninos e meninas é realizado em parceria com governos e organizações não governamentais e inclui levar água potável e alimentação para as comunidades afetadas, promover o acesso à educação e à saúde e oferecer tratamento psicológico a essas crianças.

Foto: ©EU/ECHO/Anouk Delafortrie (03/03/2016)

Em janeiro deste ano, o UNICEF lançou um apelo global para arrecadar 2,8 bilhões de dólares que serão usados para suprir essas necessidades básicas e capacitar os governos desses países em conflito para prevenir novas emergências humanitárias no longo prazo.

Foto: ©EU/ECHO/Anouk Delafortrie (03/03/2016)

Crianças em áreas de conflito – Aproximadamente uma em cada nove crianças do planeta vive hoje em zonas de conflito, o equivalente a cerca de 250 milhões de meninas e meninos. Em 2015, crianças que viviam em países e áreas afetados por conflitos tinham o dobro de chance de morrer de doenças predominantemente evitáveis antes de completar 5 anos de idade do que crianças em outros países.

Foto: ©EU/ECHO/Anouk Delafortrie (03/03/2016)

É preciso levar em conta, ainda, que, nesses países em conflito, a coleta de dados sobre essas realidades é extremamente difícil. Esses números, portanto, podem não refletir adequadamente a amplitude e gravidade da situação.

Foto: ©EU/ECHO/Anouk Delafortrie e Vladimir Platonow/Agência Brasil

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