Foto: Sidney Oliveira/ AG Pará

Vários surfistas se reuniram no Rio Capim, no Pará, para surfar a pororoca no meio da madrugada. Eles utilizaram uma tecnologia de lâmpadas led para iluminar suas pranchas de surf.

A pororoca é o fenômeno natural do encontro grandioso da água doce com a salgada. É caracterizada por ondas grandes e violentas, formadas a partir do encontro das águas do mar com as águas do rio. 

Há várias explicações para este fenômeno e a principal é que ocorre quando há mudança nas fases da lua.

 

Na região Amazônica, a elevação de água chega a 6 metros de altura e a pororoca atinge a velocidade de 30 km/h.

O fenômeno pode ser previsto com duas horas de antecedência, pois a força da água provoca um barulho muito forte. Porém, pouco tempo antes da chegada, o barulho para por completo, sinal de que é hora de procurar um lugar seguro para se proteger da força da água.

A pororoca é uma atração turística e os surfistas organizam até campeonatos de surf que premia o quem permanecer mais tempo na onda.

Foto: Sidney Oliveira/ AG Pará
Foto: Sidney Oliveira/ AG Pará
Foto: Sidney Oliveira/ AG Pará
Foto: Sidney Oliveira/ AG Pará/Fotos Públicas
Foto: Sidney Oliveira/ AG Pará
Foto: Sidney Oliveira/ AG Pará/Fotos Públicas
Foto: Sidney Oliveira/ AG Pará
Foto: Sidney Oliveira/ AG Pará/Fotos Públicas

Sete surfistas profissionais surfaram a Pororoca na Amazônia, no Rio Capim, às 1h50 da madrugada. A pororoca noturna foi iluminada, chegou alta e forte mesmo debaixo de chuva e de um céu escuro.

As pranchas estavam cobertas de LEDs e o Mirante do Barriga – de onde o fenômeno pode ser visto – iluminado para a espera da onda.

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