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Um grupo de mulheres decidiu usar a música para lutar contra os terroristas do Estado Islâmico. Conhecido como IE, o Estado Islâmico mata pessoas, obriga os moradores das cidades a seguir regras muito duras e controla várias áreas do país, incluindo a cidade de Mossul, a segunda maior do Iraque.

Antes de atacar com armas, as mulheres decidiram músicas em megafones. Com isso, elas irritam os inimigos, que, há dois anos, proibiram os moradores da cidade de escutar e tocar qualquer tipo de melodia.

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Segundo um soldado, ao ouvir a música, um guerrilheiro do Estado Islâmico ficou tão nervoso que jogou 20 granadas de morteiros em cima das mulheres em uma batalha que aconteceu no norte do Iraque.

Elas, no entanto, não pensam em parar de atacar. “Queremos mostrar ao Estado Islâmico que não temos medo”, disse a combatente Mani Nasrallahpour.

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Curdas

As mulheres que usam o canto para destruir o Estado Islâmico fazem parte do povo curdo, um grupo de aproximadamente 25 milhões de pessoas.

O grande objetivo dos curdos é ter um país próprio, que seria chamado de Curdistão e ficaria em áreas que hoje são do Iraque, Irã, Turquia e Síria.

Por acharem que o Estado Islâmico está ocupando a terra deles, os curdos resolveram lutar contra o grupo terrorista. Atualmente, a maior parte das pessoas dessa etnia vive em regiões do Iraque, Turquia, Irã, Síria, Armênia e Azerbaijão.


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