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Um acordo assinado por 11 empresas de comidas e bebidas vai mudar as regras dos anúncios voltados para crianças no Brasil. A partir de 1º de janeiro de 2017, marcas como Coca-Cola Brasil, Nestlé e McDonald’s não poderão mais fazer propaganda de produtos que não fazem bem para a saúde, como refrigerantes e chocolate, nos programas de TV para menores de 12 anos.

Com a mudança, espera-se que as crianças não sejam incentivadas a comer ou beber produtos que contribuem para doenças como diabetes, obesidade e outras.

De acordo com o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde, em 2013, 8% das crianças brasileiras entre 0 e 5 anos são consideradas obesas.

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Para tentar mudar esse cenário, o acordo definiu três tipos de categorias de produtos: os que podem ter propagandas, os que podem com restrições e os que não podem ser veiculadas de jeito nenhum.

Itens liberados

– Água engarrafada

– Produtos 100% à base de fruta ou vegetal, sem adição de sal, gordura ou açúcar

– Balas sem açúcar

Itens liberados com restrições (que precisam cumprir regras nutricionais)

– Sorvetes

– Sopas

– Sanduíches

– Produtos à base de cereais

Itens não liberados

– Doces

– Chocolates

– Refrigerantes

Embora muitas pessoas estejam comemorando o acordo, há quem diga que ele não é bom o bastante. Para alguns especialistas, nenhum tipo de propaganda para crianças deveria existir, pois menores de 12 anos não têm maturidade suficiente para saber se um anúncio está falando a verdade ou está enganando os consumidores.

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Outras pessoas, no entanto, acham que as propagandas infantis não são um problema, desde que sigam algumas regras. Os que concordam com essa visão são as empresas que assinaram o acordo. Elas são: Coca-Cola Brasil, Ferrero, General Mills, Grupo Bimbo, Kellog’s, McDonald’s, Mondelez, Nestlé, PepsiCo e Unilever.

Fotos: Pixabay

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