Os cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) estão realizando pesquisas para entender o comportamento da bactéria Escherichia coli, um dos micróbios mais comuns e antigos que habitam o organismo dos seres humanos.

Escherichia coli é uma bactéria que habita naturalmente o intestino, mas que em grandes quantidades pode causar infecção intestinal e urinária.

Entre os estudos, os cientistas tentam provar que é possível manipular esses micróbios de forma a ensiná-los a desenhar figuras diversas, incluindo o personagem do universo dos games Super Mario.

Para isso, os pesquisadores criaram bactérias geneticamente projetadas para reagir de maneira diferente à luz, mostrando que é possível alterar o DNA dos micróbios de maneira específica.

Os cientistas criaram grupos de bactérias com sistemas de genes “personalizados” que basicamente absorvem luz e emitem cor. Assim, cada grupo reage de uma forma específica.

Enquanto uma delas vai definir qual cor deve manifestar, a segunda funciona como um processador de sinais luminosos, a terceira fica responsável por unir as diferentes partes e a última por produzir a pigmentação colorida.

Dessa forma, as bactérias modificadas geneticamente funcionam como um computador, que recebe a informação, processa os dados e imprime.

Por mais divertido que pareça este estudo, o verdadeiro objetivo da pesquisa é mostrar como a biologia sintética pode avançar rapidamente.

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Comentários (3)

  • Agnes Maria Vianna de Pasqual

    3 anos atrás

    Jornal do joca quando vai ter vídeo novo .

  • HELENA BARBOSA COSTA

    4 anos atrás

    como assim e magica eu nunca imaginei isso

  • Jornal Joca

    4 anos atrás

    Muito interessante, né, Helena? Muitas vezes, parece que para a ciência não há limites. Obrigado por ler e participar do Joca ;-)

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