Imagem da nova versão do Sítio do Picapau Amarelo. Foto: Divulgação.

O Sítio do Picapau Amarelo vai ganhar um novo filme. O longa será inspirado nos livros escritos por Monteiro Lobato, um dos principais escritores brasileiros de todos os tempos.

Ainda não há muitas informações sobre a história, mas a Clube Filmes, produtora responsável pelo longa, divulgou que, a partir de fevereiro, começará a selecionar os atores que vão interpretar os personagens infantis – Emília, Narizinho, Pedrinho, entre outros.

Poder contar essa história fantástica, que faz parte de toda uma geração, para novos espectadores é realmente incrível. Estamos bastante animados e ansiosos para começar a rodar logo”, explica o diretor Fabrício Bittar. Ainda não há previsão de quando o filme estreará nos cinemas.

Além da série de livros, o Sítio do Picapau Amarelo já ganhou duas adaptações para o cinema: O Saci (1951) e O Picapau Amarelo (1973).

Emília e Narizinho na versão de 2001. Foto: Divulgação.

As histórias também foram adaptadas em formato de série. Em 1977, a Rede Globo lançou a série Sítio do Picapau Amarelo, que fez um enorme sucesso, até sair do ar em 1986.

Após 15 anos do encerramento do seriado, em 2001, a Globo lançou uma nova versão da série, com novos atores e novas histórias. Assim como a primeira, a segunda versão também fez muito sucesso e ficou no ar até 2007.

Dona Benta, Emília, Pedrinho, Narizinho e Visconde na versão animada de 2012. Foto: Divulgação.

Além das adaptações com atores, em 2012, houve o lançamento do primeiro desenho animado do Sítio do Picapau Amarelo, exibido pela Rede Globo e pelo Cartoon Network.

Quem é Monteiro Lobato?

Um dos primeiros escritores brasileiros de livros infantis, ele nasceu em 1882, em Taubaté (SP), e morreu em 1948. Sua obra mais famosa, a coleção de livros sobre o Sítio do Picapau Amarelo, conta com 23 títulos, entre eles Reinações de Narizinho (1931), Caçadas de Pedrinho (1933) e Memórias da Emília (1936).

Neste ano, as obras de Lobato entraram em domínio público. Isso significa que não é mais necessário obter uma autorização para usar as histórias do escritor em filmes, séries, desenhos, entre outros.

Pela lei, o domínio público passa a valer após 70 anos da morte de um escritor.

Fontes: Clube Filmes e Memória Globo.

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