As aves tinham rastreadores que avisavam para os pesquisadores onde elas estavam. Foto: Facebook/ Reprodução.

Cientistas russos que estavam monitorando águias ficaram sem dinheiro para continuar sua pesquisa após os animais voarem para longe, em outubro. Isso aconteceu porque o grupo colocou rastreadores nas aves, e elas acabaram indo para lugares em que a operadora de celular responsável cobrava uma taxa mais alta para funcionar.

Os pesquisadores monitoram as águias-da-estepe porque elas estão ameaçadas de extinção e, assim, eles podem acompanhar quais são os perigos que esses pássaros sofrem quando estão voando. 

Doze vezes ao dia, os cientistas recebem mensagens de texto por celular com a localização das aves, enviadas pelo rastreador. Duas águias voaram para o Irã, o que fez com que a operadora cobrasse cerca de 439 reais a mais por dia para funcionar para cada uma delas. Outras duas também contribuíram para que o crédito do grupo acabasse mais rápido: uma foi para o Tajiquistão e outra, para o Turcomenistão. 

Entretanto, a pesquisa conseguiu um jeito de sofrer menos com o prejuízo: ao divulgar a história, a organização fez com que muitas pessoas entendessem a situação e se oferecessem para ajudar. Assim, os cientistas arrecadaram mais de 15 mil reais para continuar com a pesquisa até o fim de 2019. 

Fontes: CVR News, Revista Galileu e The Telegraph.

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Comentários (1)

  • ABPV Consultoria e Serviços

    1 semana atrás

    Eu achei interessante pois eles correram atras do que precisavam. Publicando a Pesquisa e fazendo a arrecadação . ( Letícia Watanabe , 11 anos Curitiba )

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