Quando tinha 2 anos, Jacob Barnett foi diagnosticado com autismo. Os médicos disseram que ele não conseguiria falar, ler e muito menos amarrar o sapato.

Passados 12 anos, Jacob provou que os médicos estavam muito enganados. O menino um gênio da física, é mais inteligente e tem um QI de 179, maior que o do Albert Einstein.

Jacob estudou em casa e teve uma educação diferente, voltada para as coisas que ele conseguiria fazer. Aos 4 anos ele recitava o alfabeto de trás para frente e falava quatro línguas. Aos 9 anos, ele começou a criar uma teoria da astrofísica tão complexa e importante, que ele pode até ganhar o Prêmio Nobel, um dos mais importantes do mundo.

Aos 14 anos, o adolescente estuda para obter mestrado em física quântica. Um de seus trabalhos foi visto por um acadêmico da Universidade de Princeton que o classificou como um dos potenciais ganhadores de futuros prêmios Nobel.

AUTISMO 

O autismo  afeta 1 em cada 50 crianças e segundo informações do site Autismo & Realidade (A&R), a taxa de pessoas que preenchem diagnósticos dentro do espectro do autismo está entre de 1 a 2 milhões (IBGE/2001). 

Há três sintomas que podem ser observados nos autistas: atraso no desenvolvimento da comunicação e linguagem, comportamento repetitivo e poucas interações sociais e com amigos. 

Em 2008, a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu 2 de abril como Dia Mundial do Autismo. Na data, monumentos como o Cristo Redento, no Rio de Janeiro e o Empire State Building, em Nova York, recebem luzes azuis.

Diversas organizações e fundações no mundo trabalham favor dos autistas, com incentivos a pesquisas e oferecendo atendimento e tratamentos.  No Brasil existem muitos centros, entre eles o AMA (Associação dos Amigos do Autista), o A&R (Autismo e Realidade), o Instituto da Família e o Instituto Priorit, o Projeto Amplitude, o Mundo Azul, o AMARS (Associação de Pais e Amigos do Autista)

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Comentários (1)

  • ARTURO FURLANI

    5 meses atrás

    Uau

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