O derretimento das geleiras é uma das consequências do aquecimento global. Foto: Brandon Colbert Photography/Getty Images

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês) divulgou, em 13 de agosto, que o mês de julho de 2021 foi o mais quente da história do planeta – ou, ao menos, desde que as medições começaram, em 1880. De acordo com o levantamento, a média das temperaturas da superfície da Terra e dos oceanos no mês foi 0,93ºC maior do que a do século 20, que é de 15,8ºC. 

O administrador da Noaa, Rick Spinrad, explica que julho (época em que é inverno no Brasil e verão no hemisfério norte, onde estão os EUA) costuma ser o mês mais quente do ano, mas que julho de 2021 se superou em relação aos outros. “Este novo recorde contribui para o caminho destrutivo que a mudança climática estabeleceu para o globo”, afirmou Spinrad em publicação no site da Noaa. 

Ainda segundo o especialista, não há dúvida de que a influência humana está causando o aquecimento global. Isso porque atividades como uso de carros e produção das fábricas geram poluentes que ficam “presos” na atmosfera, o que dificulta que o calor saia – processo conhecido como efeito estufa. Algumas consequências do efeito estufa são o aquecimento global e o derretimento das geleiras. 

Mas os recordes de temperatura não devem acabar por aí. De acordo com a Noaa, é muito provável que 2021 se torne um dos dez anos mais quentes da história. 

Fontes: DW, Noaa e Veja São Paulo.

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Comentários (4)

  • anonimo3579

    1 mês atrás

    o jornal joca e muito bom e, minha professora passa seus ditados do seu jornal e eu o uso para liçao de casa

  • Camila Lopes

    1 mês atrás

    Olá, Joca! Adorei a notícia!

  • aluno.thomasnascimento@colegiomagister.com.br

    1 mês atrás

    E agosto o mais frio na historia kskskskksksksk

  • Miguel Felice

    1 mês atrás

    nossa como nos EUA fás calor em Julho

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