No momento em que estamos vivendo, nessa pandemia, e em que se encontra o nosso país, nem todos os profissionais tiveram o “privilégio” de trabalhar em casa, muitos tiveram que sair sem poder cumprir a quarentena e se arriscar, como é o caso dos farmacêuticos. Estamos aqui com o senhor Atenevaldo, 50 anos, e ele vai nos contar como foi/é ter que trabalhar na pandemia, como está sendo a experiência e os cuidados que tem tomado. Ele trabalha na Farmácia Popular do João de Deus, Petrolina-PE.

Assim que começou a pandemia você ficou em casa ou teve que trabalhar?

Tive que trabalhar, porque tenho uma família para sustentar.

Você integra o grupo de risco?

Sim, já tenho 50 anos e sou hipertenso.

Você ou alguém da família já teve covid? Se sim, como foi passar por isso?

Sim, meu irmão, foi uma experiência muito ruim, porque tivemos que nos afastar dele por 15 dias.

No local que você trabalha tem todos os métodos de segurança para os clientes?

Sim, estamos trabalhando com o uso de senhas para que não haja aglomeração e sempre oferecendo álcool 70% ou álcool em gel na entrada do estabelecimento.

Como você se sente tendo que trabalhar em meio à pandemia, pondo sua vida em risco?

Estou me protegendo e tomando todos os cuidados possíveis, pois tenho que trabalhar para ganhar o sustento.

Já teve cliente que não seguiu as regras, como o uso de máscaras? Se sim, você teve que barrar na porta ou atendeu normalmente?

Sim. Tivemos que barrar na porta, e os clientes ficaram muito chateados, mas é o nosso trabalho.

Alunos: Larissa, Jessica Lorena, Jessica Vitoria, Cícera Layanne e Lucas Cantarelli.

Texto escrito com a supervisão dos professores: Marcelo Dantas e Sabrina Pitombeira.

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