O decreto anti-migração de Donald Trump, que impõe restrições à entrada de pessoas de seis paísesnos EUA, entrou em vigor na última quinta-feira, 29 de junho.

As novas restrições impedem a entrada de pessoas procedentes dos países: Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen. Elas têm como objetivo impedir a chegada de terroristas ao país. Também está proibida a entrada de refugiados de qualquer parte do mundo.

O decreto foi habilitado pela Suprema Corte de Justiça após cinco meses de batalha judicial, mas defensores dos imigrantes alegam que se trata de discriminação ilegal aos muçulmanos.

Apesar das restrições, o decreto permite a entrada para quem justificar “uma relação de boa-fé com uma pessoa ou entidade” nos Estados Unidos, além de parentes próximos, embora a definição de parentesco também tenha causado polêmica.

Estão liberados para entrar no país pais (incluindo adotivos), esposos, crianças, filhos ou filhas adultos, genros, noras, irmãs e irmãos e meio-irmãos. Ficam fora da lista avós, netos, tios, tias, sobrinhos, primos, noivos e noivas, além de cunhados e cunhadas.

A proibição é válida por 90 dias, e também libera estudantes que tenham sido admitidos em uma universidade americana, profissionais contratados para trabalhar em empresas locais ou professores convidados para palestras.

A filtragem de quem pode ou não entrar no país ficará por conta das embaixadas americanas no exterior. “O mundo está atento aos Estados Unidos”, disse Murad Awawdeh, da Coalizão de Imigração de Nova York.

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