A China, o país que mais compra e vende marfim no mundo, anunciou que vai parar de comercializar o produto até o fim de 2017.

Essa notícia alegrou muitos grupos que lutam pela vida dos elefantes, já que, na África, há pessoas que matam esses animais para conseguir o marfim presente em suas grandes presas brancas.

Em países como a China, por exemplo, o marfim é usado para fazer enfeites, joias e esculturas. Além disso, há quem acredite que ter marfim em casa dá sorte ou é sinal de que a pessoa tem muito sucesso na vida.

Por causa da venda de marfim, a população de elefantes na África tem diminuído muito ao longo dos anos. No século XIX, o número de membros da espécie passava dos 20 milhões. Em 1979, caiu para 1,3 milhão e, hoje, fica entre 400.000 e 500.000.

Para acabar com o comércio de marfim, a China pretende acabar com fábricas e negócios que vendem o material sem permissão. Além disso, o produto não poderá mais ser vendido em lojas.

Os únicos que poderão ter o material são os museus, que, pela lei, não terão problemas se apenas exibirem o marfim.

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