Na parte de dentro do Seiden, estrutura principal do Castelo de Shuri, é possível ver réplicas do trono de reis antigos. Foto: CEphoto, Uwe Aranas/Creative Commons
Na parte de dentro do Seiden, estrutura principal do Castelo de Shuri, é possível ver réplicas do trono de reis antigos. Foto: CEphoto, Uwe Aranas/Creative Commons
Na parte de dentro do Seiden, estrutura principal do Castelo de Shuri, é possível ver réplicas do trono de reis antigos. Foto: CEphoto, Uwe Aranas/Creative Commons/via Revista Galileu

O Castelo de Shuri, no Japão, pegou fogo no dia 31 de outubro. O local, que é um conjunto de prédios, templos de cerimônias religiosas e uma área particular da família real, era considerado patrimônio mundial da humanidade pela Organização das Nações Unidas Para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) desde 2000.

Apesar de ter sido destruído durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o local ganhou o título alguns anos após sua reconstrução, que ocorreu em 1992, por causa da riqueza de detalhes e da semelhança com o castelo original, construído por volta do ano 1300. 

Ele marcou a história por ter sido sede administrativa e lar da realeza do Reino de Ryukyu, que durou de 1429 a 1879 e era um governo independente do Japão. Quando o reino foi anexado ao Império Japonês, o castelo virou sede de militares. 

O prédio principal, chamado de Seiden, foi completamente dominado pelo fogo. O local era uma área aberta para visitantes e abrigava réplicas de objetos dos reis Ryukyu, como o trono e a coroa. 

Ainda não se sabe o que causou o incêndio, mas o governo japonês está conduzindo uma investigação para conseguir respostas. 

Fontes: Folha de S.Paulo, Japan Guide, Nippon TV News e Revista Galileu

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Comentários (3)

  • shms63

    2 semanas atrás

    waaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

  • FAZ BR

    3 semanas atrás

    eu gostei muito

  • Maria Julia Carvalho Lima Tres

    1 mês atrás

    Que triste

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