Os registros de dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, cresceram no Brasil este ano. Os casos prováveis da doença aumentaram 149% nas primeiras cinco semanas de 2019 em comparação ao mesmo período no ano passado, segundo relatório divulgado pelo Ministério da Saúde no dia 26 de fevereiro. São mais de 54 mil casos prováveis de dengue agora contra um número bem menor em 2018: 21 mil.

#pracegover: a imagem mostra o mosquito da dengue de forma aproximada. Ele tem pernas longas e o corpo listrado em branco. No canto direito inferior, vê-se a ilustração amarela de um mosquito.

O Sudeste concentra mais da metade dos casos (60%) e o Sul, a maior alta: 597,7% (com aumento de 258 para 1.800 casos). Entre os estados, o Tocantins, no Norte do país, teve o maior percentual de aumento: 1.369%. Com o maior número de casos, estão os estados de São Paulo, com 17 mil, e Minas Gerais, com 12 mil, os dois no Sudeste.

Em 2019, cinco pessoas morreram por dengue até o fechamento desta edição do Joca: duas em Goiás e as demais em Tocantins, em São Paulo e no Distrito Federal.

Outras doenças
Por outro lado, neste ano, zika e chikungunya, doenças também espalhadas pelo Aedes aegypti, diminuíram 18% e 51%, respectivamente, em relação a 2018. Na Região Norte está o maior número de casos de zika (410) e chikungunya (2.730).

Cuidados
O verão é o período ideal para que o mosquito transmissor das três doenças se espalhe. Como nessa época do ano chove muito, pratos de plantas, garrafas, pneus e outros objetos podem acumular água e servir para que os insetos depositem suas larvas, que crescem e se transformam em mosquitos. Para evitar que aumente o número de mosquitos, é importante manter caixas d’água fechadas, garrafas e latas de boca para baixo e pneus em locais cobertos.

Fontes: Agência Brasil, Folha de S.Paulo, G1 e Ministério da Saúde.

Esta matéria foi originalmente publicada na edição 217 do jornal Joca.

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