O pequeno sagui-fêmea que morava numa árvore no cruzamento das avenidas Brigadeiro Faria Lima e Rebouças, em São Paulo, foi resgatado no sábado por ambientalistas da ONG Projeto Mucky.


CRUZAMENTO FARIA LIMA x REBOUÇAS

Na sexta-feira passada os ambientalistas tentaram resgatar o animalzinho durante 5 horas, mas sem sucesso. No sábado, uma nova ação de urgência foi montada para evitar riscos à sua saúde, já que vários blocos de carnaval passariam pelo local durante o fim de semana.
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O sagui-fêmea ganhou o nome de Riquinha. Esse é um animal silvestre que deveria morar na mata. Tem sete a oito meses e está abaixo do peso médio dela.
Riquinha está recebendo cuidados veterinários no interior de São Paulo e quando ficar boa, será apresentada a outros saguis da espécie.
Ela deverá se recuperar do estresse provocado pela falta de alimentação e pelo som dos carros, ônibus e sons de sirenes que passavam perto da árvore onde estava.
DOAÇÃO DE SANGUE

Pelo terceiro ano consecutivo, o Instituto Masan e o HemoRio, o centro de coleta de sangue do Rio de Janeiro, irão promover o desfile do bloco “Vem doar pra mim”.

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O desfile, que acontece na terça-feira (21) pelas ruas da cidade carioca tem, como objetivo, convocar os foliões para doar sangue

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A festa terá música tocada pelos jovens ritmistas da escola de samba mirim Mangueira do Amanhã e por passistas da agremiação, além de contar com a participação do humorista Fabio Porchat.
Fabio Porchat participa do bloco que pede doação de sangue
No dia 22, o ‘Bloco da solidariedade’ vai fazer campanha para doação de sangue para o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Bloco da solidariedade com a bailarina Ana Botafogo

O Inca convoca os foliões para ajudar a salvar vidas, pois os pacientes do hospital sempre precisam de transfusões de sangue.

A bailarina Ana Botafogo e o dançarino Carlinhos de Jesus acompanharão os integrantes da escola de samba União da Ilha do Governador.
A ideia do bloco “Vem doar pra mim” é, além de divertir os foliões, alertar a população para a importância das doações. Nessa ápoca, o estoque de sangue do HemoRio fica muito
baixo, uma vez que com as festas, pouca gente faz as doações.
Adriana Pinto, presidente do Instituto Masan, disse que, em 2016, 400 pessoas participaram do bloco e ajudaram a salvar vidas com a doação de sangue.
Para ser um doador, é preciso pesar mais de 50 quilos, ter entre 16 e 69 anos e estar bem de saúde, levar documento com foto. Menores de 18 anos precisam ter autorização dos responsáveis. Não é necessário estar em jejum.
O HemoRio fica Rua Frei Caneca 8, no Centro do Rio de Janeiro.

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