Megaonda de calor na Índia bate recordes históricos de temperatura, que chegou a 51º C.

Número mais alto era de 1956, quando foi registrado 50,6º C.

Nas cidades, a população se refresca nas fontes, no meio da rua.

O calor é tanto que até o asfalto derreteu em Nova Delhi.

O que elevou as temperaturas este mês foi o fluxo de ventos quentes que veio do oeste da Índia auxiliado por um céu claro e baixa umidade, de menos de 20%.

Embora ainda seja primavera, o verão parece ter chegado em Bhubaneswar (foto acima), onde a temperatura diurna aumentou muito na segunda-feira e chegou a mais de 7 graus acima do normal.

Mais de 1.150 pessoas  morreram na onda de calor.

O governo pediu para os moradores não saírem de casa.

Escolas não estão funcionando, hospitais estão lotados de pessoas com insolação.

A situação só melhora em junho.

O CORPO NO CALOR

Aos 42 ºC, apenas 5 acima do normal, as proteínas começam a cozinhar e todo o organismo entra em pane. Já o frio faz o metabolismo diminuir, mas não é tão fatal quanto o calor. O termômetro precisa descer até 20 ºC para acontecer uma parada cardíaca irreversível.

Para conter o calor, o principal mecanismo é a transpiração. O suor diminui a temperatura porque, para evaporar, ele retira calor da pele, refrescando-a.

O recorde de sobrevivência no calor é de 20 minutos a 127 ºC, em ar seco.

42 ºC

O corpo está literalmente perto de cozinhar e o funcionamento dos órgãos e todo o metabolismo é afetado. A pessoa pode entrar em coma. A essa temperatura, não há mais garantias de que a vida possa ser salva

Enquete

Na sua opinião, até agora, qual foi o fato mais importante de 2020 (além da pandemia do novo coronavírus)?

Comentários (0)

Compartilhar por email