Australian Open. Crédito: Divulgação

Por Alex Pinsky Streinger, colunista mirim

Desde 1905, nos meses de Janeiro, fãs de tênis internacional ficam na expectativa para o Australian Open, um dos quatro campeonatos do ‘’Grand Slam’’, que ocorre uma vez por ano. Neste ano, o Australian Open se superou e foi um dos melhores e mais especiais eventos da história de tênis. O que faz eu afirmar isso são as duas finais que ocorreram, de simples feminino e masculino.

A final feminina foi entre duas das melhores jogadoras de tênis da história, as irmãs Serena e Venus Williams. Foi a primeira vez, desde 2009, que elas se enfrentaram na final de um Grand Slam, que é o conjunto formado por quatro dos maiores torneios de tênis: Roland Garros (da França), US Open (dos Estados Unidos), Australian Open (da Austrália) e Wimbledon (da Inglaterra).

As irmãs Serena e Venus Williams. Crédito: Divulgação

Serena, considerada uma das melhores jogadoras de tênis com 23 títulos de Grand Slam, derrotou sua irmã que também tem uma ótima carreira. Venus, um ano mais velha que Serena, tem sete títulos de Grand Slam. As duas também são conhecidas por jogarem no mesmo lado da quadra. Juntas, elas têm 22 títulos de duplas, incluindo três medalhas de ouro nas Olimpíadas.

Ao final, a partida das irmãs acabou com Serena Williams ganhando uma partida disputada por 2 sets a 0 (6-4, 6-4). Para Serena, foi o seu vigésimo terceiro título, ultrapassando Steffi Graf, a atleta que tinha o maior número de títulos do Grand Slam na história do tênis feminino.

Do lado masculino, o suíço Roger Federer, décimo lugar no ranking da ATP, e o espanhol Rafael Nadal, sexto colocado, travaram uma disputa intensa. Federer, vencedor do duelo, chegou a 89 títulos em sua carreira contra 69 de Rafael Nadal.

Roger Federer. Crédito: Divulgação

Eu assisti à disputa que mais parecia um espetáculo, porque os dois atletas estavam dando uma aula de tênis para seus espectadores. Em um jogo incrível, Roger Federer desbancou Nadal por 3 sets a 2 (6-4, 3-6, 6-1, 3-6, 6-3) em 3 horas e 38 minutos.

Esses dois monstros do tênis também jogaram, no passado, o jogo mais longo da história da final de Wimbledon. Foram 4 horas e 48 minutos.

Rafael Nadal. Crédito: Divulgação

Resumindo: esse evento provou para as pessoas que acham que tênis é chato, que elas estão erradas – o tênis pode, em ocasiões como essas, ser o esporte mais emocionante do mundo!

 

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