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O avião que caiu na terça-feira, dia 29, matando jogadores da Chapecoense, jornalistas e funcionários da companhia aérea, podia estar sem combustível na hora em que bateu numa montanha em La Unión, na Colômbia.

De acordo com os especialistas que estão investigando o caso, o avião, que era da empresa LaMia, da Bolívia, sofreu uma “pane seca” quando o sistema da aeronave parou de funcionar por causa da falta de combustível.

Os investigadores conseguiram uma gravação em que o piloto diz suas últimas palavras: “falha total, falha elétrica total, sem combustível”.

Por lei, os aviões só podem voar se tiverem combustível para o trajeto e um extra que seja suficiente por mais 30 minutos, para casos de emergência. Às vezes, as aeronaves precisam voar em círculos ou parar por um tempo em outro aeroporto e, por isso, precisam estar preparadas.

O acidente fez com que 71 pessoas morressem e apenas seis sobrevivessem. Escaparam com vida o goleiro Jakson Follman, o zagueiro Hélio Neto e o lateral Alan Ruschel, os funcionários da companhia LaMia, Ximena Suárez e Erwin Tumiri, e o jornalista Rafael Valmorbida.

Homenagens

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Vários torcedores e times de futebol fizeram homenagens aos mortos no acidente.

Em Chapecó, Santa Catarina, torcedores lotaram o estádio com bandeiras e faixas para os jogadores.

Na Colômbia, várias pessoas se vestiram de branco e foram até o Estádio Atanasio Girardot para mostrar respeito às vítimas.

Além dos torcedores, alguns times também fizeram homenagens à Chapecoense. O Atlético Nacional, time colombiano que jogaria com os brasileiros na final da Copa Sul-Americana, pediu à CONMEBOL, Confederação Sul-Americana de Futebol, que o título de campeão do torneio seja entregue para a equipe da Chapecoense.

 

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